segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

O primeiro amor a gente nunca esquece, será?

Minha filhota, no alto dos seus cinco anos de idade chega pra mim, num mix de euforia/timidez, e diz que ama o Vítor da Fá!!!! Ãh, como assim? E me pede segredo, e diz ainda que ama “daqui até a lua” e completa falando (e fechando os meus ouvidos pra eu não ouvir, ou seja, ela queria por pra fora o sentimento): “Eu estou apaixonada por ele”.

Caraca, óbvio que eu me segurei pra não gargalhar, mas imediatamente me bateu uma síndrome de repórter investigativa e iniciei uma conversa “desinteressada”, querendo saber como , onde, quando, ou seja, se ela fala com ele e o que que rola afinal (mesmo sabendo que é tudo na mais pura ingenuidade, a minha cabeça adulta precisa investigar e ufa, é só mais uma fantasia de menina que vive assistindo filminhos de princesas que se apaixonam!!!!!).

Vira e mexe a Maya aparece com uma “paixão” arrebatadora. A primeira vez foi muito engraçado, ela acordou e me chamou no quarto pra me contar um segredo, que não era pra falar pro papai e eu, mais que curiosa fui a apressando pra contar. Foi quando ela me falou que estava apaixonada pelo professor de ed. física e novamente comecei a investigação, foi quando ela soltou que era paixão de criança, que ela tinha vontade de abraçá-lo (a Maya é uma criança super carinhosa). O mais engraçado da história é que na época ainda usávamos babá eletrônica e o Fábio ouviu todo o segredo e já ficou sofrendo por antecipação, pensando em quando essas “paixões” se transformarão em paixões de verdade!!

Eu, por minha vez, me pego imaginando as longas conversas que teremos sobre o assunto quando ela entrar na adolescência e vou ter que cuidar pra não fazer igual a mãe do vídeo abaixo, que é a minha cara, kkkkkkkk.

Bjkas,

Daya